Indiferença
O sol aquece meu corpo cansado
podia sentir o cheiro das flores,em uma manhã fria
era Primavera
Em meio a ruídos ouço
O sons dos pássaros que
enfeitam todas as minhas Manhãs
podia sentir o cheiro das flores,em uma manhã fria
era Primavera
Em meio a ruídos ouço
O sons dos pássaros que
enfeitam todas as minhas Manhãs
Escuto passos rápidos; milhares na verdade
O ronco do Meu estômago anuncia;
Estou com fome; frio
O ronco do Meu estômago anuncia;
Estou com fome; frio
Olho a janela alguém me acena e sorri
Veja bem; não é a minha;
A Minha vista é rua, a calçada;
Todos por ali passam poucos se percebem;
assim também como não
Sentem as folhas que neles caem ;
assim também como não
Sentem as folhas que neles caem ;
Minha vestimenta é a esperança
Meu travesseiro a saudade
Meu travesseiro a saudade
Durmo pra sonhar que a fome passou
acordo com a realidade
Alguns me apontam
acordo com a realidade
Alguns me apontam
Eu os percebo sem nada a dizer
Sinto frio ;fome e sem ter o que fazer
Fico ali quieto sem se quer me mexer
O frio nasce da alma congelada;
dos muitos que vejo
e eles fingem não me ver
dos muitos que vejo
e eles fingem não me ver
Sinto imensa fome
Sacio-me então ;
da indiferença de quem
passa por aqui;
Calma não é a fome nem o frio que fara eu
esmorece;
esmorece;
Anita Del Peron

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